LEANDRO TARTAGLIA

MENSAGEM DE TEXTO. SOM-AGORA

30 JANEIRO 22 MARÇO

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LEANDRO TARTAGLIA

Abertura

Quinta-feira 30 de janeiro de 2014 19h

Período expositivo

30 de janeiro a 22 de março de 2014

Horário de visitação

Galeria Pilar traz a São Paulo obra sonora de Leandro Tartaglia 
Artista argentino cria instalação sonora inédita, que através de história narrada nos rememte a memórias e repertórios individuais
A Galeria Pilar tem o prazer de apresentar a partir de 21 de janeiro às 19h, a primeira individual do artista argentino Leandro Tartaglia em São Paulo. Intitulada “Mensagem de Texto. Som-Agora”, a mostra exibe uma instalação sonora inédita composta por cinco obras, que através de auto-falantes cria uma experiência ao espectador, por meio de sons físicos e esculturais. A mostra fica em cartaz até 22 de março de 2014.
Leandro Tartaglia é um jovem artista que vem recebendo muita atenção sobre sua produção, ele participou da 30ª Bienal de São Paulo – A Iminência das Poéticas e da 5ª Bienal do Mercosul, além de museus e galerias na Argentina.

Leandro vem de uma geração de artistas que emprega tecnologia em suas obras, sempre em função das condições narrativas de cada projeto, construindo diferentes meios e suportes para discutir a questão dos limites entre gêneros de arte. Seus projetos utilizam linguagens cognitivas e envolvem histórias ficcionais narradas em áudio ou em um trajeto/paisagem  que é vizualizada pelo espectador, tornando-o participante da obra. Sua obra é caracterizada pela experiência audiovisual e pela interação ativa do espectador. 

No projeto apresentado na Galeria Pilar, Leandro nos coloca diante da possiblidade de comunicação entre um emissor e um público que, longe um do outro, por meio de auto-falantes são conectados com pessoas de outra época, do futuro. O personagem da história imagina do outro lado dos alto-falantes um público que está escutando, mas não pode comprovar, só sabe que alguém o escuta. Esta narração cruza ficção e documentação por meio dos 4 canais de som instalados na sala da galeria. Diferentes planos sonoros são gerados e entrecruzam da mesma maneira como o conteúdo se mistura e é questionado. Durante um tempo longo e por meio de sons, o personagem desta história considera e põe em prática que todo campo sonoro é um documento e uma ferramenta de contato, neste caso uma forma de pensar no que não se pensa diariamente, como olhar sem usar os olhos.