Trabalhe – Faça + Sistemas Muito Antiprodutivos

17 AGOSTO 24 SETEMBRO

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Abertura

Terça-feira 16 de agosto de 2016 19h

Período expositivo

17 de agosto a 24 de setembro de 2016

Horário de visitação

terça à sexta das 11 às 19h.

sábados das 11 às 17h.

Curadoria: Marta Ramos-Yzquierdo (ES/BR)
 
Artistas: Adrian Melis (CUB), Alberto Casari (PE), Ana Esteve Reig (ESP), Bruno Moreschi (BR), Fábio Kacero (AR), Fermín Jiménez Landa (ESP), Jan Balteo & Alessandro Balteo-Yazbeck(US/VEN), Joana Bastos (PT), Juan e Odriozola (ARG), Julius Heinemann/Felix Leon Westner (GER), María Sanchez (ESP), Pedro França (BR) e Vivian Caccuri (BR).
A Galeria PILAR apresenta a exposição Trabalhe – , Faça + (Sistemas muito (anti) Produtivos) que reunirá a produção de 13 artistas de diversos países (Cuba, Espanha, Brasil, Argentina, Peru, Venezuela, Portugal e Alemanha). Essa mostra surge da pesquisa sobre as condições do trabalho do artista contemporâneo,realizada pela curadora Marta Ramos-Yzquierdo (ES).
Como parte desse projeto, Marta está realizando uma reflexão no próprio conceito de trabalho artístico, suas caraterísticas e quais são as que se colocam como quebra de paradigmas e vanguarda de pensamento. Fica assim aberta a pergunta sobre como então se insere o trabalho artístico no nosso sistema sócio-econômico e laboral, e além, como propor novos sistemas.
A exposição, Partir do erro, foi um primeiro capítulo dessa preocupação, realizada também na galeria Pilar em outubro de 2014. Nessa ocasião os artistas convidados trabalharam sobre a ideia de a arte nos permitir colocar além dos marcos normativos, o lugar do "errado", como lugar de analises, critica e proposta de modelos atuais.




Agora, como uma segunda possibilidade de reflexão, a discussão parte da cisão da ideia de produtividade. Se o valor para medir o sucesso é o estabelecimento de processos que gerem mais e de forma eficiente, o paradigma residiria em como produzir não estando atrelado a essas premissas de eficácia e eficiência. Duas das atitudes que não seriam então lógicas nesse contexto seria conceber produções baseadas em “não fazer nada”, que seria ineficaz, ou em “fazer algo ilógico”, que seria ineficiente. As obras e projetos que serão apresentados na exposição terão essas duas estratégias no fazer artístico como guias. Desse jeito, conceitos como profissionalização, trabalho em rede, produtividade, autoria ou signo serão apresentados através de narrativas, metáforas e os próprios fazeres dos artistas.